terça-feira, 20 de outubro de 2015

Oshitashi de Acelga

Brasília está sofrendo com o maior calor de sua história... O tempo quente e seco tem provocado muito mal estar. Para aliviar essa sensação, o ideal é comer alimentos mais leves e refrescantes. Por isso, hoje apresento a receita de Oshitashi (salada tradicional japonesa) de Acelga.

Apesar do nome difícil, a receita é simples, saborosa, nutritiva e refrescante. Minha mãe, Vera Viana, faz pra mim desde que me dou por gente. Agora, mantendo a tradição, também faço na minha casa como acompanhamento das refeições.




sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Missoshiro de Repolho com Abóbora

Em geral, as pessoas estão mais acostumadas com o tradicional missoshiro de tofu (clique aqui para ver a receita), mas existem diversos outros possíveis “recheios”, como moyashi, ou vôngoles, ou tofu com agrião, ou macarrão de udon, entre outros.

Um dos meus prediletos é o de abóbora com repolho. Por isso, segue a receita para quem quiser variar um pouco.

Ótimo para uma noite fria ou um café da manhã bem japonês!


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Iogurte de Coco e Frutas Vermelhas - Sem lactose

Essa receita é do curso "Substituindo os lácteos: como fazer?" da nutrichef Camila Freire, proprietária do Fusão Orgânica em Natal/RN.

Apesar de o título, inicialmente, não me chamar atenção, pois já não tenho os lácteos como centro da minha alimentação, não tendo preocupação de como substituí-los, fui conferir o curso. Afinal, o convite veio da minha cunhadinha, a nutricionista Pollyanna Ayub, e adoro momentos culinários, ainda mais sem lácteos! Grata surpresa, pois a noite foi saborosa e divertida! 

A Camila, que também tem alguma vivência na macrobiótica, gentilmente, me autorizou a postar uma das receitas. No caso, a minha preferida da noite.

O nome "iogurte" é uma referência ao original lácteo pela textura e por usar probióticos na receita, microrganismos que auxiliam no recomposição da flora intestinal, regulando o funcionamento do intestino e estimulando o sistema imunológico. 

Na minha preparação caseira, usei apenas 1 envelope, pois acho que meu corpo se adaptou melhor. Todavia, isso é uma questão individual, sendo importante que cada pessoa conheça seu corpo e suas reações.


Iogurte de Amora




INGREDIENTES:
- 250g  de coco seco (aproximadamente a polpa de 1 coco seco grande)
- Essência de baunilha em gotas ou fava
- 600ml de água
- 1 e 1/2 colher de sopa de agar agar (alga para gelatina)
- 3 envelopes de Probióticos
- Frutas vermelhas

MODO DE FAZER:

Descascar o coco usando as dicas da receita do Leite de Coco Caseiro. Picar o coco e colocar no copo do liquidificador.

Aquecer 500 ml de água até que fique morna (não muito quente) e acrescentar ao coco, batendo por uns 3 minutos.


Usar um voal (ou qualquer outro pano fino e limpo) para coar o coco e extrair seu leite.



Diluir o agar agar (gelatina de alga) em 100 ml de água e levar ao fogo em uma panela pequena até levantar fervura, mexendo bem. Desligar e misturar ao leite de coco. Como a alga vira uma pasta, fica mais fácil bater no liquidificador para misturar.

Acrescentar os envelopes de probiótico e algumas gotas de essência de baunilha ou o conteúdo de uma fava.

Levar à geladeira por, no mínimo, 2 horas.

Depois disso, o iogurte já pode ser consumido puro, com granola ou com frutas.



Caso se deseje saborizar, bater no liquidificador com frutas de sua preferência. Para adoçar, usar mel, açúcar de coco ou açúcar mascavo, caso ache necessário. No caso desta receita, utilizei o mel para adoçar. Fiz uma versão com framboesa e outra com amora, mas pode-se misturá-las também. Utilizei aproximadamente 200g de fruta para uma receita.

Iogurte de Framboesa

Esse iogurte é uma ótima opção para completar o café da manhã.

Bom apetite!



DICAS:

a) Pode-se coar o coco em uma peneira fina, mas é importante espremer bem para o leite ficar mais grosso.

b) Ao utilizar essência de baunilha, prefira comprar aquelas que utilizam baunilha de verdade. São mais caras, mas muito mais gostosas, sem aquele sabor artificial.

c) As frutas vermelhas perdem rápido. Por isso, eu prefiro comprar e congelar em porções. Tiro do congelador na hora de usar. Elas também são vendidas já congeladas. Os morangos orgânicos também são excelentes opções.


quarta-feira, 13 de maio de 2015

PAD THAI - Versão Tampopo

Não conheci ainda nenhum lugar legal para comer comida tailandesa em Brasília. Por isso, o jeito é aventurar-me em casa com receitas da web e referências de pratos provados em viagens por aí...

Em Nova Iorque, comi uma espécie de "pad thai" vegetariano vietnamita delicioso no restaurante Gobo. Desde então, tento encontrar uma receita que chegue a um resultado parecido. E daí nasceu a versão de Pad Thai Tampopo: ácido, apimentado e levemente adocicado. 

A receita tradicional de Pad Thai leva molho de ostras, mas tenho preferido evitar esses molhos prontos de prateleira de mercado, principalmente por causa dos conservantes e outros produtos químicos. Cheguei até a testar o molho pronto de Pad Thai, mas além da implicância com os produtos prontos, achei muito doce.

Na versão vegetariana, é só não colocar camarões nem o katsuobushi (flocos de peixe bonito) no molho. O macarrão para Pad Thai é feito de arroz, por isso, não contém glúten.

As quantidades da receita servem bem 2 pessoas.



quinta-feira, 19 de março de 2015

Manjubinha Frita

Esse é um dos peixes que lembra minha infância. Volta e meia, minha mãe fazia manjubinha frita nos finais de semana. Aliás, esse pequeno peixe pode ser usado até para fazer sushi.

A receita é simples e rápida. Basta achar uma manjubinha fresquinha.

É um excelente petisco!


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Tataki de Atum

A pedido de minha amiga Carolina Machado, postarei hoje a receita do Tataki de Atum.

Há algum tempo, postei a receita do Ceviche de Atum (ok... está mais para carpaccio), sendo o tempero deste tataki bem parecido.

Se servido como entrada, a quantidade da receita serve 2 pessoas. 



sábado, 31 de janeiro de 2015

Trufa de Cacau com Biomassa de Banana Verde


Desafios são desafios... E às vezes são tentadores, tanto quanto um doce bem feito.

Certo dia, a Luciana Araújo, nossa querida Lu do Objeto Encontrado, olhou pra mim e perguntou: “Maíra, você tem alguma receita de brigadeiro sem lactose?”. Resposta simples de quem nunca havia pensado em fazer um brigadeiro desses, talvez por nunca sequer ter provado um brigadeiro na vida: “Tenho não, Lu.”. O assunto acabou ali.

Uns dias depois, talvez esquecida de que já havia me questionado, Lu repetiu a pergunta. Mesmo sabendo que não era intenção dela, meu cérebro transformou aquela simples pergunta em um desafio culinário. E comecei a pensar...

Não queria usar soja, pois, além de muito comum, não gosto do sabor que dá na maioria dos doces.
De repente, lembrei que a nutrição funcional andava utilizando uma tal de “biomassa de banana verde” cheia de propriedades para a saúde e que, por acaso, também agregava uma certa textura às receitas.

Liguei para minha amiga Monica Rondon e para minha cunhada (e nutricionista) Pollyanna Ayub e pedi ajuda para entender a tal biomassa. Queridas, obrigada pela ajuda! 

Com essa consultoria, fiz a biomassa e passei à fase de testes. Algumas noites enrolando docinhos... Outras noites mexendo panela... Algumas cobaias e plim! Ficou pronta a receita que, de brigadeiro, virou trufa! 

Sei que as cobaias aprovaram. Experimente você também!!!