quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Um desejo para o Novo Ano: Mais Comida de Verdade!

Hoje não postarei uma nova receita, mas um desejo para o Novo Ano: que as pessoas possam comer mais comidas de verdade! #comidadeverdade #comidadeverdade #comidadeverdade

Se for para comer molho de tomate, que seja feito em casa! Preferencialmente, com tomates orgânicos.

Se for para comer massa, experimente fazer uma vez com as próprias mãos! Mesmo tendo excelentes marcas no supermercado, você terá a chance de comer uma massa caseira (com sua textura especial) e se orgulhará de ter feito.

Talharim tradicional e fettuccine com tinta de lula.
Se for para doce, crie o seu em casa e tente fugir dos diversos aditivos químicos ou super açucarados dos mercados!

Se quiser comer batata frita, frite a batata!

E assim vai... O tomate seco, por exemplo, embora seja demorado, fica mais barato se for feito em casa, com a vantagem de poder usar  tomate orgânico.

Tomate seco
Independente da linha alimentar que prefiram seguir, desejo a todos: menos refrigerante, menos suco de caixinha, menos gordura hidrogenada, menos chocolate de mentira, menos açúcar, menos laticínios, menos comida pronta!

Claro que a vida hoje em dia é corrida e, muitas vezes, as pessoas são obrigadas a recorrer a comidas mais práticas e nem cheias de produtos para realçar sabor, para conservar os alimentos por mais tempo, para dar texturas, para dar cor, etc., mas PERMITA-SE! Reserve um dia na semana, no mês, que seja no ano, para fazer algo especial e de verdade para você e para as pessoas à sua volta. É prazeroso, é saboroso e muito mais saudável! É uma forma de amar...

Por fim, deixo uma sugestão beeem mais trabalhosa e demorada, mas encantadora: experimente fazer seu próprio pão (desde que não seja intolerante a glúten). Essa tarefa deixei para meu marido Bruno Ayub (super parceiro nas minhas loucuras de fazer tudo em casa) e ele está se saindo muito bem! Minha mãe o presenteou com o livro PÃO NOSSO, de Luiz Américo Camargo, crítico de gastronomia do Estadão.


O livro ensina a fazer o Levain (fermento natural) e traz diversas receitas de pães. Tem para todos os gostos! Olhem que lindos os pães que Bruno fez:

Pão Integral

Baguette
Com isso, desejo um Ano Novo cheio de Luz a todos, com muita saúde, muita Luz, muito amor e muita comida de verdade! Aventurem-se!!!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Missoshiro de Tofu

Meu marido e eu passamos 12 dias no Japão agora em novembro e, com isso, voltei mais apaixonada ainda pela culinária japonesa. É muita delicadeza e sabor reunidos! Aos poucos, tentarei postar algumas experiências e curiosidades gastronômicas.

Por hora, postarei a receita do missoshiro, sopa tradicional na culinária japonesa e super nutritiva, à base de missô, uma pasta salgada de soja fermentada.

Desde criança, minha mãe fazia missoshiro para mim, inclusive nos cardápios de café da manhã. Sim, os japoneses iniciam seus dias com verdadeiras refeições, com direito a arroz e peixe. 

Bom, mas independente do horário em que será consumida, vale a pena fazer essa sopa. Talvez, para alguns, seja necessário um tempo para se acostumar com o sabor um pouco diferente se comparado com a cozinha ocidental. Todavia, depois pode acabar virando um vício.

A receita a seguir é a combinação mais tradicional, mas há diversas variações de recheios que podem ser usados.



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

"Paella" Vegetariana

Eu adoro paellas espanholas!

Acontece que, muitas vezes, principalmente após viagens em que como mais peixes e frutos-do-mar do que o meu normal, fico com vontade de comer pratos veganos, sem nenhuma espécie de proteína animal.

Em um desses momentos, surgiu minha receita de "paella" vegetariana (entre aspas por não se tratar da receita tradicional da paella espanhola).

Ficou super saborosa... Experimente!


domingo, 17 de agosto de 2014

Pescadinha Oriental

Acho que essa é umas das primeiras receitas de peixe que provei na vida... Lembro de comê-la desde pequena.

Sabores orientais em um prato rápido de se fazer e extremamente perfumado e saboroso.

O único cuidado é com os pequenos espinhos. A dica é, na hora de comer, abrir o peixe ao meio e retirar a espinha. A maioria dos pequenos espinhos sairão junto, ficando a carne macia e saborosa.




segunda-feira, 21 de julho de 2014

Nirá Refogada

Ela aparenta ser uma cebolinha, mas, na verdade, a nirá nasce de um bulbo que se assemelha ao alho, sendo conhecido como alho japonês. Muito consumida pelos orientais, principalmente pelos japoneses, e conhecida pela sua propriedade de antibiótico natural, são diversas as suas formas de preparo: crua como patê, refogada, na forma de sumo para desintoxicar ou como cataplasmas para cicatrizar cortes pequenos ou profundos.

Em casa, graças à minha mãe, Vera Viana, como desde criança e nunca falta na minha geladeira. De boa durabilidade, é só lavar, secar e colocar em uma vasilha fechada, durando até duas semanas. 

Quando ficam mais velhas, para melhor aproveitamento, pica-se bem fininho e mistura-se com missô e tahine. Dessa forma, ela ficará na geladeira por um bom tempo, sendo ótima para consumir com arroz integral, com tofu cozido ou no chapati de arroz. 

Continuando a série de verduras rápidas e fáceis de se preparar, como o moyashi e a taioba, hoje é a vez da nirá refogada. 





segunda-feira, 14 de julho de 2014

Moyashi Refogado

Desde o início, a proposta do Tampopo Gourmet é apresentar receitas com o passo-a-passo de minhas aventuras culinárias, possibilitando que qualquer pessoa, com um pouquinho de vontade e persistência, possa resproduzí-las em casa.

Pela simplicidade, os Tomatinhos Temperados, minha primeira receita postada, é uma das mais reproduzidas.

Nessa mesma linha, para incentivar que os amigos entrem na cozinha no dia-a-dia, não apenas em datas especiais, é que postarei algumas receitas de verduras que ficam prontas em minutos e sempre enriquecem a refeição.

Hoje será o dia do nutritivo moyashi, também conhecido com broto de feijão.



sábado, 14 de junho de 2014

Contos da minha infância - Parte 1

Todos me perguntam por que tenho uma alimentação tão especial e cuidada... Sempre digo que tudo começou pela forma como fui criada... 

O cuidado com minha alimentação sempre foi o foco de minha mãe, pois ela sabia que essa educação seria importante para minha saúde e influenciaria a minha forma de encarar a vida como um todo.

Trascrevo aqui um dos relatados dela:

"Quando eu cheguei da Argélia e comecei a Alimentação Vitalícia, com um diagnóstico de pouco tempo de vida, tive que me submeter a um tratamento com uma alimentação muito restrita. Passei quase dois anos comendo apenas o arroz integral, uma conserva, uma raiz e uma verdura. Apesar da visível recuperação da saúde, muitas vezes eu reclamava dessa restrição. Nestes momentos, o Professor Kikuchi contava-me o seguinte conto oriental:

Era uma vez um rei de uma região muito importante que não se apetecia por comida alguma. Por mais que o cozinheiro real se esforçasse e produzisse as iguarias mais sofisticadas e visualmente atraentes, nenhuma lhe agradava. Certo dia, decidiu despedir o cozinheiro e testar vários candidatos para substitui-lo. De todos os candidatos testados, nenhum foi selecionado. Quando todas as possibilidades foram esgotadas e seus assessores já não sabiam mais o que fazer. Então, um humilde serviçal disse que conhecia um ermitão que morava no alto de uma montanha que fazia a melhor comida que alguém poderia experimentar, mas o rei teria que subir caminhando até o local, pois ele só cozinharia em sua própria cozinha.

O rei esbravejou e disse que mataria o ermitão caso não apreciasse o alimento oferecido. Assim, o rei e seu séquito foram caminhando, subindo a alta montanha até que chegaram a uma casa muito humilde e lá ficaram esperando. O rei, pelo esforço da caminhada e pelo passar do tempo, estava com muita fome, o que fazia com que suas ameaças de morte ao ermitão fossem cada vez mais violentas. Quando o sol já se punha, o ermitão chegou com uma tigela de arroz e três fatias de sukemono, que é uma conserva de nabo. A fome era tão grande que ele olhou o alimento e sem nada dizer começou a comer, comeu tudo e considerou aquela a melhor comida que já houvera provado.

Hoje em dia, todas as vezes que não sinto o sabor do arroz, fico em jejum até recuperar o apetite. Faço disto o meu apoio, a forma de medir e saber o estado geral do meu organismo. A comida tem que ser de qualidade, ter energia e nosso organismo deve saciar-se com a simplicidade do alimento, com o necessário.

Palestrando em Curitiba, o Professor disse:
“Eu gosto, eu gosto, eu gosto... palavra muito sensorial, baixa mesmo. Maioria das pessoas se degenerando porque se alimentam mais desejosamente do que necessariamente.” 

Com o tempo e disciplina, o discernimento vai influenciando outras áreas da vida. Vai eliminando o supérfluo, vai focando no principal e a mente passa a conectar-se não só com o corpo, mas com todo o universo. 

É ter a consciência de estar vivendo o presente naquele momento.
É ficar sempre presente no momento."

Arroz Integral (clique aqui para ver a receita)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Taioba

A taioba é uma verdura pouco conhecida, mas rica em vitamina A, vitamina C, ferro e fibras.

Raramente se vê para vender nos dias de hoje, mas cresce em vários quintais por aí (inclusive no dos meus sogros!), o que é ótimo, pois são quase sempre produzidas sem agrotóxicos.

Nem toda taioba é comestível, mas clique aqui e veja um vídeo que mostra a diferença entre a taioba brava e a comestível. O blog Come-se da Neide Rigo traz informações bem interessantes também. Aliás, ela tem um conhecimento incrível sobre os ingredientes brasileiros.

Pode-se preparar a taioba como a couve: picadinha fininha e refogada.

Mas prefiro fazê-la em pedaços maiores e rasgada com a mão. Fica deliciosamente macia!

O preparo é simples e rápido.


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Mix de Cogumelos à Provençal

Aqui em casa, adoramos cogumelos. O ideal é que sejam consumidos o mais frescos possível, mas isso nem sempre é possível em Brasília.

Nesta receita, juntei o sjimeji, o shitaki e o cogumelo de paris. Pode ser feito com apenas um tipo ou com outros tipos diferentes.



É rápido e fica uma delícia para se comer com arroz!

O mais gostoso é usar ervas frescas, mas pode ser feito com aquelas ervas de provence secas.

Graças ao meu lindo marido, temos todos os temperos da receita na (pequenina) varanda de casa, além de minhoquinhas famintas por nosso lixo orgânico e um pé de  pimenta dedo-de-moça enfeitando a sala. Aliás, isso é um capítulo à parte que merece uma postagem específica... 

Vamos à receita!

domingo, 11 de maio de 2014

Cozinhando com Arte - um agradecimento a Vera Viana

Por tudo que já vi (e comi) sobre comida nesses 33 anos de vida, a a arte da cozinha japonesa é a que mais me encanta.

O requinte de um prato de comida vai muito além da apresentação... Um alimento requintado também tem que ter técnica, bons ingredientes, identidade e sabor. Não adianta cobrar caro, investir na decoração, dar nome bonito, decorar o prato, mas, no fim, vender comida sem gosto e mal-preparada.  Infelizmente, é isso que vemos em grande parte dos restaurantes mais "badalados" de Brasília.

Há mais de trinta anos, minha mãe, Vera Viana, desenvolve um trabalho caseiro e de pequeno porte, mas extremamente profissional voltado à alimentação vitalícia (conhecida como macrobiótica - para saber um pouco mais, clique aqui e aqui), que é baseada na cozinha japonesa de antigamente, ensinada por sua Professora Bernadette.

Apesar de tradicionais, os pratos preparados por Vera não são usuais nos dias atuais e a maioria das pessoas nunca nem ouviu falar. A delicadeza, a energia e o sabor da comida ainda me deixam impressionada e feliz por ter o privilégio de poder degustá-la. Seguem alguns exemplos:

Chapati de massa de arroz integral e patês de tofu, nirá e tahine.

Uma alimentação linda, equilibrada e saborosa.

Oniguiri de arroz integral e kimpira de bardana.

Salada de Harusame.


Delícias da culinária japonesa.

Bolinhos de Arroz integral.
Gelatinas de Alga
Torta rústica de goiaba.
Sobremesas: creme de arroz molhado com maçã, geleia de maçã, goiabada e biscoitinhos caseiros.

Sempre me perguntam como aprendi a cozinhar (o pouco que sei)... Na verdade, cresci dentro da cozinha de Vera Viana. Ela inspirou-me a provar, testar e até inventar.

Com ela eu aprendi a perceber o sabor de cada ingrediente, a ter respeito pelo alimento, a levar amor para a cozinha... Aprendi a perseguir a perfeição, mesmo que ela seja intangível. Aprendi que o preparo deve ser cuidadoso desde a compra dos ingredientes, que devem ser o menos processados possível e produzidos de forma mais livres de produtos químicos.

Aprendi que a arte da cozinha profissional vai muito além da simples mistura de ingredientes, passando pela arte do corte, da combinação, da textura... E tudo isso demanda trabalho (e mais trabalho), estudo, dedicação, experimento, inspiração e amor.

Minha eterna gratidão a Vera Viana, não "só" pela dedicação em me criar, mas também por me ensinar a comer, a preparar o meu alimento e a me nutrir. Daí fazendo surgir minha paixão pela gastronomia.

"Loba" mãe, muito obrigada por todo sangue, suor, lágrima, fé, sorriso e amor...

terça-feira, 15 de abril de 2014

Canja de Galinha Caipira

A canja de galinha é daquelas sopas com gostinho de acalento. Sempre cai bem em uma noite chuvosa ou fria, ainda mais se for bem apimentada.
Também ajuda pessoas que estão mais debilitadas fisicamente a se recuperarem. Nesse caso, menos temperada e sem a pimenta.

Eu não gosto e nem como frango de granja. Por isso, é uma alegria quando encontro um bom frango caipira. Esse da receita de hoje, bem novinho, foi um presente da minha querida "tia" Elma.


quinta-feira, 10 de abril de 2014

A arte da culinária japonesa - New Koto

A culinária japonesa é a que mais me fascina em todos os sentidos: beleza, técnica, sabor, delicadeza e busca pela perfeição. Após assistir ao documentário "Jiro, Dreams of Sushi" (clique aqui para ver o trailer) fiquei ainda mais impressionada com a questão da busca pela perfeição da sociedade japonesa. São obstinados por aquilo que definem ser sua "missão de vida". O documentário tem apenas dois defeitos: faz a gente ficar enlouquecido de vontade de provar aqueles sushis e faz qualquer sushiman amador (ou "sushiwoman" - coisa que não se vê no filme - talvez seja até uma heresia) entender que nunca chegará a fazer um mísero sushi que chegue aos pés daqueles apresentados por ele, questão ainda mais agravada pela qualidade do peixe japonês, que dificilmente veremos aqui.

Desde cedo, aprendi dentro de casa a dar valor à arte da cozinha com muito respeito, dedicação e amor. São coisas simples, mas que pouco vemos nas centenas de restaurantes de Brasília (e de outros lugares).

Nessa linha, após frequentar diversos restaurantes japoneses em Brasília, elegi o meu predileto (quase exclusivo hoje em dia): New Koto, pertencente ao chef e sushiman Ryozo Komiya*. Com sua concentração e seriedade, típicos da cultura japonesa, o chef está sempre supervisionando o vai-e-vem dos garçons e o trabalho intenso dos sushimans.  

Aliás, a combinação é perfeita: peixe selecionados e excelentes sushimans. Já vi o chef Komiya com a mão na massa (ou melhor, no peixe), mas quem costuma comandar o balcão nos dias em que vou é seu talentoso e simpático filho Cristiano Komiya, autor da obra de arte abaixo, com direito a essa folhinha verde especial de shiso. Aliás, nesse dia, o sashimi estava mais delicioso do que o normal!


Para completar o serviço do balcão de sushi e sashimi, o sushiman Eridan, que iniciou aprendeu a técnica diretamente com chef Komiya, esbanja simpatia, atenção e dedicação.


É bonito demais ver os sushimans trabalhando! Uma atração à parte...



Aliás, o trabalho para todos no restaurante é intenso com a casa cheia, sendo até injusto ficar citando apenas alguns nomes (pena que não sei o nome de todos). Os garços são excelentes, simpáticos e conhecem bem o cardápios e os ingredientes dos pratos. Chicão e Chiquinho trabalham há anos com o chef Komiya, fazendo com que conheçam bem todo o processo de logística local.

E nem só de peixe cru vive o restaurante... Há vários pratos quentes deliciosos! Começando com as vieiras com shimeji na concha, que chegam à mesa literalmente pegando fogo. O yakisoba de legumes na chapa é sequinho e bem temperado, do jeito que eu gosto. O tepan de peixe com legumes vem acompanhado de um delicioso molho de gengibre (clique aqui para ver minha versão caseira desse molho). E as opções são diversas: teishoku, sunomono, udon, natto, tempura, entre outras delícias. Claro que também não podem faltar o shiro gohan (arroz branco japonês) e o misoshiru!

Esqueçam os rodízios (e o terrível hábito de comer até quase explodir) e não esperem encontrar as modernidades ocidentais de sushis (nada contra quando bem feito) com cream cheese, frutas, maçaricados, etc... O local apresenta uma culinária deliciosamente tradicional, voltada para a apreciação do alimento.

O único problema é que nem sempre se consegue uma mesa facilmente. Nas noites de sábado e domingo é comum ter uma longa lista de espera e os pedidos demorarem um pouco mais. De qualquer forma, é sempre uma alegria quando chega a nossa vez.

Parabéns a toda equipe do New Koto pela qualidade e dedicação!!!

*NOTA: O Chef Ryozo Komiya faleceu em agosto de 2014. Fica minha homenagem e respeito ao seu trabalho. Cristiano Komiya continua conduzindo o restaurante com a mesma qualidade e dedicação.

sábado, 8 de março de 2014

Ceviche ao Maracujá

Não estava programada para postar essa receita hoje, tanto que nem fotografei o passo-a-passo, mas, a pedido da minha prima Karla, postarei a receita do ceviche com o suco do maracujá.

Trata-se de uma versão simplificada da receita de ceviche peruano, mas não menos saborosa, que troca a acidez do limão pela do suco de maracujá.



domingo, 2 de fevereiro de 2014

Molho de Gengibre

Existem detalhes que agregam tanto sabor a um prato que merecem um destaque especial... 

Esse é o caso do molho de gengibre!

A receita é inspirada no molho do teppanyaki (grelhados na chapa) de peixe do restaurante New Koto (um dos meus prediletos em Brasília). Não sei como é a receita deles, mas essa versão ficou beeem gostosa.

Tendo os ingredientes de casa, esse molho não demora nem 10 minutos e torna a sua receita de grelhados ainda mais saborosa!


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Cogumelos: Shitaki Grelhado

Bem-vindo 2014!!!

Muita paz, amor e luz para todos os seguidores do Tampopo Gourmet!

Para começar 2014, deixando para trás as comidinhas pesadas das festas de fim de ano, uma receita leve, rápida, saborosa e nutritiva.

Os cogumelos, além de saborosos, são fontes de proteínas e outros nutrientes. 




INGREDIENTES:

- 1 pacote de cogumelo shitaki
- sal marinho a gosto
- shoyu a gosto
- óleo de girassol para untar a frigideira
- 3 colheres de sopa de sakê culinário
- 1/2 colher de café de óleo de gergelim torrado por cogumelo

MODO DE FAZER:



Tirar os talos dos cogumelos. Para aproveitá-los, basta cortá-los em tirar finas e grelhar com os cogumelos.

Em seguida, aquecer uma frigiedeira em fogo alto e colocar óleo de girassol para untá-la.

Distribuir os cogumelos na frigideira com a parte interna virada para cima.



Salpicar um pouco de sal (pouco, apenas para ajudar a murchar os cogumelos) e acrescentar 1/2 colher de óleo de gergelim por cogumelo.



Assim que ficarem dourados do lado mais escuro, virar os cogumelos.


Quando os cogumelos começarem a murchar, acrescentar o sakê ã frigideira.


Deixar mais aproximadamente 3 minutos e acrescentar shoyu a gosto. Cuidado para não salgar os cogumelos.

                                                           Fotos by Bruno Ayub


Pronto! Basta serví-los!

Bom apetite!!!


DICAS:

- Cogumelos são como esponjas, por isso, o ideal é que não sejam lavados para não absorver muita água. Todavia, caso bata aquela insegurança de usá-los sem lavar, passá-los em água corrente ou mergulhá-los rapidamente em uma bacia com água.

- Os cogumelos ficam deliciosos se servidos com fatias de abacaxi grelhados. Podem ser grelhados juntamente com os shitakis.