segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Yakisoba

Depois do sushi, acredito que o yakisoba seja o prato mais popular da culinária japonesa (embora sua origem seja na culinária chinesa).

Existem algumas pequenas variações no modo de preparo. Vou mostrar a versão que gosto de fazer em casa.

Nessa versão, utilizo camarão, mas ele pode ser feito apenas com legumes ou com algum outro tipo de carne. Os legumes também podem ser variados. Os mais comumente utilizados são: repolho, cebola, cenoura e pimentão.

O ideal é que o yakisoba seja preparado em chapa de ferro ou frigideira do tipo wok. Caso não tenha nenhuma das duas, utilizar uma boa frigideira com antiaderente.

Vamos  à receita!!!



INGREDIENTES:

200g de macarrão para yakisoba
Óleo de soja ou de girassol
Óleo de gergelim
Shoyu (molho de soja)
1/4 de Repolho branco
1/4 de Repolho roxo
1/2 pacote de Moyashi (broto de feijão)
1/2 Pimentão vermelho
1/2 Pimentão amarelo
1 Cebola roxa
1 Cenoura
1/4 de Couve-flor
Ervilha torta a gosto
Nirá a gosto (uma espécie de cebolinha japonesa - opcional)

MODO DE FAZER:

Cortar os repolhos e os pimentões em tiras. Cortar a cenoura em pedaços finos. Cortar a cebola em meia-lua. Cortar a nirá em pedaços de 5 cm. Separar a couve-flor em pequenos buquês. Em seguida, jogar os buquês em água fervente, deixar por 3 minutos e escorrer. Fazer os mesmo processo com a ervilha torta.


Refogar a cebola, a cenoura e os pimentões em óleo comum. Mexer para que o cozimento seja regular.


Após 5 minutos, acrescentar os repolhos e a couve-flor.


Depois que o repolho diminuir de volume, acrescentar a nirá e a ervilha. Em seguida, acrescentar 3 colheres de sopa de óleo de gergelim.


Misturar bem, baixar o fogo e deixar cozinhando por uns 7 minutos, até os ingredientes murcharem. Em seguida, acrescentar shoyu a gosto. Mexer bem, cozinhar mais 1 minuto e desligar.


Reservar o recheio. Colocar 2 colheres de óleo na frigideira e reforgar os camarões.


Assim que mudarem de cor e consistência, deixando de ser transparentes, acrescentar shoyu a gosto.


Colocar água para ferver. Em seguida, acrescentar uma colher de sobremesa de sal, um fio de óleo e o macarrão.


Cozinhar de acordo com as instruções do pacote, cuidando para a massa não amolecer demais.

Escorrer a água.

Na frigideira, jogar três colheres de sopa de óleo e refogar o marcarrão.


Acrescentar 3 colheres de sopa de óleo de gergelim.


Acrescentar 1 colher de sopa de shoyu e mexer bem. Em seguida, acrescentar o recheio. Mexer cuidadosamente. Provar o sal e se, necessário, adicionar mais shoyu.


Jogar os camarões por cima e, após aquecê-los, desligar e servir.


Bom apetite!!!

DICAS:

a) Não usar marcarrão instantâneo. Em lojas de produtos orientais e em supermercados, existem algumas marcas de macarrão para yakisoba. Na receita, usei o yakisoba da marca Hirotani.

b) Os legumes podem ser variados de acordo com o gosto de cada um ou com a disponibilizade de ingredientes. Outros ingredientes que ficam interessantes: kani desfiado, acelga, qualquer tipo de vagem, brócolis, entre outros.

c) Alguns supermercados e frutarias (ex: Pão de Açúcar, Nippon e Oba) vendem um kit com legumes higienizados e cortados para a preparação de yakisoba.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Próxima receita: Yakisoba!

A próxima receita é apreciada por muitas pessoas, mesmo aquelas que não estão acostumadas com a culinária japonesa.

Minha vovó Eda mesmo aprendeu a gostar de restaurantes japoneses por causa do yakisoba.

Nos próximos dias, a receita estará aqui!!!



Bons preparativos para o Natal!!!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Meu Momento Chef

Queridos Seguidores,

O concurso Meu Momento Chef acabou (obrigada a todos que votaram!), mas vocês podem aproveitar para testar essas receitas nas festas de final de ano:

 1) Brownie Cremoso: http://www.tampopogourmet.com/2011/04/dica-da-semana-brownie-cremoso-por.html .




Além desses, aqui também podem ser achadas receitas de bacalhau, risotos, patês, saladas, entre outros...

Boas Festas a todos!!!

sábado, 26 de novembro de 2011

O Pequi

Polêmico, nutritivo e cheio de personalidade, o pequi é fruto típico do cerrado brasileiro e figurinha carimbada na culinária goiana e mineira.

A publicação Alimentos Regionais Brasileiros do Ministério da Saúde (página 98) apresenta os detalhes nutricionais desse fruto e de vários outros ingredientes do cerrado.

A polêmica do pequi está em duas questões:

a) O fruto possui espinhos internos que, se o pequi não for roído adequadamente, podem se grudar à língua e à gengiva. Basta roê-lo suavemente até que a fruta apresente uma resistência um pouco maior ao dente. Nunca mordê-lo!

b) O sabor é realmente forte e ativo. Ao comê-lo, a pessoa ainda passa algumas horas se lembrando dele, devido ao fato de sua digestão ser mais lenta. Daí a brincadeira popular de que pequi é bom para a memória.

Por sua forte personalidade, o pequi não passa desapercebido: ou é amado ou é odiado.

Vale a pena, ao menos, experimentar.


 
RECEITA BÁSICA:

Colocar os pequis em uma panela e cobrir com água.

Cozinhar por 10 minutos.

Acrescentar sal a gosto e cozinhar por mais, aproximadadente, 10 minutos.

Pode ser comido puro ou utilizado para fazer outros pratos, como o famoso arroz com pequi. Muitas pessoas não gostam do pequi, mas gostam do sabor que ele dá ao arroz.

Experimente e descubra!

Bom apetite!

 

domingo, 6 de novembro de 2011

Peixe Frito

Pode não ser a forma mais saudável, mas um peixe frito, bem sequinho, tem o seu lugar na mesa...

A vantagem é que fica bom com a maioria dos tipos de peixe branco, não precisando ser de espécie nobre.

Rápido de se fazer e gostoso, é uma ótima receita para aqueles dias em que não se tem muito tempo a perder.

Para aliviar a consciência, é sempre bom ter uma salada bem verdinha como acompanhamento.

Boa pedida para o feriado!


INGREDIENTES:

Filé de peixe branco
Fubá
Sal
Pimenta do reino
Limão
Óleo


MODO DE FAZER:

Cortar o filé em pedaços de 10 a 15 cm. Cinco minutos antes de fritar, temperar com sal e pimenta do reino.


Cobrir o fundo de um prato com fubá e passar os filés de peixe, de modo a cobrir todos os lados. Em seguida, dar uma batidinha no peixe para tirar o excesso.


Colocar uns 4 dedos de óleo em uma panela (o suficiente para cobrir o peixe quando for fritá-lo) e esquentá-lo. Em seguida, colocar os peixes para fritar. Colocar de 2 a 3 pedaços por vez, dependendo do tamanho da panela. Ir virando o peixe para dourá-lo de todos os lados.

O óleo não pode estar muito frio para o peixe não ficar muito oleoso e nem muito quente para não queimá-lo por fora e deixar de cozinhar por dentro.

Colocar os pedaços sobre um prato coberto com papel toalha par tirar o excesso de óleo.

Servir com limão.

Bom apetite!!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Bacalhoada da Vovó Eda!

Esse é um prato que é feito na casa da minha avó desde que me dou por gente, assim como o Arroz com Pequi.

Eu só coloquei ovos de cordorna e tomatinho sweetgrape a mais. No mais, é quase a mesma receita que a vovó faz. 
É importante usar um bacalhau de boa qualidade para que fique macio e saboroso...

São muitos ingredientes, mas não é uma receita complicada.

Experimente!!!



INGREDIENTES:

1 kg de lombo de bacalhau
15 batatinhas pequenas
6 dentes de alho descascados
3 cebolas descascadas
15 cebolas charlotte (aquelas pequenininhas)
10 ovos de cordorna
1 pimentão vermelho
1 pimentão amarelo
15 tomates sweetgrape
2 tomates orgânicos
10 azeitonas pretas
4 pimentas dedo-de-moça
sal
pimenta do reino
Azeite de oliva extra-virgem


MODO DE FAZER:

Dessalgar o bacalhau (vide dica "a") ou usar um que já seja vendido dessalgado.

Ferver água e jogar o bacalhau, deixando-o cozinhar por aproximadamente 2 minutos, apenas para dar um leve cozimento.

Colocar as batatinhas em uma panela e cobrir com água. Cozinhar até que fiquem cozidas, mas consistentes. Elas também podem ser preparadas no vapor.
Cozinhar os ovos de cordorna (vide dica "c") em água fervente por uns 12 minutos e depois descascá-los. Para facilitar o processo, mergulhar os ovos em água fria antes de tirar a casca.

Cobrir o fundo da travessa com azeite. Distribuir o alho cortado em fatias finas. Em seguida, distribuir as cebolas charlotte cortadas ao meio, as batatas cozidas, os tomates sweetgrape e metade dos pimentões cortados em rodelas finas.

Acrescentar uma pitada de sal e pimenta do reino.


Distribuir os lombos de bacalhau sobre o recheio.


Acrescentar outra camada de cebolas charlotte, pimentão e batatinhas.  Distribuir três pimentas dedo-de-moça inteiras e outra picadinha (sem semente).


Por cima de tudo, colocar as cebolas em meia-lua, os tomates orgânicos cortados em rodelas, as azeitonas e os ovos de cordorna. Acrescentar sal e pimenta-do-reino. Temperar a gosto. Caso o bacalhau tenha sido dessalgado em casa, prová-lo antes, pois ele pode conter ainda muito sal, sendo importante o cuidado no momento de finalizar o tempero. Regar a travessa com umas 5 colheres de sopa de azeite.


Pré-aquecer o fornopor 5 minutos. Cobrir a travessa com papel alumínio e levar ao forno 40 minutos a 200°C.

Retirar o papel alumínio e deixar mais aproximadamente 15 minutos no forno, até que os legumes estejam bem assados. Tomar cuidado para não ressecar demais. No momento da retirada do papel, pode-se experimentar os legumes e o bacalhau para verificar se há a necessidade de acrescentar mais sal.


Servir com arroz com brócolis ou branco, salada e um bom azeite extra-virgem...

Bom apetite!!!


DICAS:

a) Para dessalgar o bacalhau, utilizar as dicas desse site: Dicas de Bacalhau. O autor indica o tempo necessário para dessalgue para cada tipo de apresentação do bacalhau (posta, posta alta, lascas). O desenho dos relógios indica de quantas em quantas horas deve ser trocada a água na qual o bacalhau fica de molho.

b) A quantidade apresentada serve 4 pessoas. As fotos são de uma bacalhoada feita com duas receitas, servindo bem umas 8 pessoas. 

c) Para quem nunca cozinhou ovos de cordorna, clique aqui para ver um vídeo bem explicadinho.

d) Gosto de um azeite que dá um sabor ainda mais especial ao bacalhau: Azeite-Portugal Galega da Herdade do Esporão. Às vezes, encontro no supermercado Pão-de-Açúcar.

e) Minha amiga Regina deu uma dica boa: cozinhar a cebola e a batata na água de fervura do bacalhau. Assim, ficam mais macios e já pegam o gostinho do bacalhau.

domingo, 30 de outubro de 2011

Próxima Receita: Bacalhoada!

A próxima receita é excelente para ser preparada em um domingo com a família toda!

Desde criança, minha avó faz essa bacalhoada nas datas em que reúne a família. Ninguém faz como ela, mas já me arrisco...

Tente você também!


domingo, 16 de outubro de 2011

Tortinha de Atum

Em outubro do ano passado, eu postei a receita do Chapati Integral. Aproveitando a massa usada para fazer o chapati, também podemos fazer tortinhas com os mais diversos recheios, no estilo "pizza" integral.

Fica crocante e saborosa!

O recheio de hoje é à base de cebola, atum e tomate. Pode-se usar o atum em lata, mas eu usei a conserva de atum feita em casa (clique aqui para ver a receita).

Experimente!



INGREDIENTES:

Massa de chapati integral
2 cebolas cortadas em meia-lua
2 tomates cortados em rodelas finas
1 lata de atum em conserva
orégano
pimenta-do-reino
pimenta calabresa
azeite
sal
óleo de soja para untar a forma

MODO DE FAZER:

Temperar a cebola com sal, pimenta-do-reino, orégano e azeite a gosto. Reservar.

Temperar as rodelas de tomate da mesma forma. Reservar.

Abrir a massa de chapati no formato da forma a ser utilizada com a espessura aproximada de 2mm. Untar a forma com óleo. Fazer furos na massa com um garfo para que a massa não forme bolhas de ar.

Assar por aproximadamente 10 minutos em forno pré-aquecido a 200 °C.


Retirar a massa do forno e, sobre ela, espalhar o atum picado.


Sobre o atum, espalhar a cebola. Em seguida, salpicar pimenta calabresa a gosto e finalizar distribuindo as rodelas de tomate sobre a cebola. No caso da foto, deixei uma parte da torta sem pimenta. Para diferenciá-la, só coloquei tomate sobre a parte com pimenta.


Voltar a torta ao forno e assar por mais uns 25 minutos aproximadamente, até que a massa esteja crocante e a cebola murcha.


Por fim, basta cortar em pedaços e servir. Excelente lanche!

Bom apetite!!!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Delícias de Morro de São Paulo

Um lugar onde não se depende de carro, onde a segurança não é a preocupação central e onde o mar é uma grande piscina... Um pedaço de terra cercado por água por todos os lados, mas que proporciona, paradoxalmente, uma grande sensação de liberdade...

Um lugar para todas as tribos... 

Esse paraíso é Morro de São Paulo na Bahia.

Além de tudo, este também é um lugar onde se come muito bem. Postarei aqui algumas dicas gastronômicas da recente viagem que fiz à Ilha.



Nessa viagem, hospedamo-nos em uma Pousada na Segunda Praia, a Club do Balanço, em frente ao mar. Além de Pousada, o local também é um excelente restaurante de comida capixaba. Zélia, a proprietária, cuida pessoalmente e com carinho de todas as coisas. Logo na chegada - após um longo percurso até Morro - pedimos um Bobó de Camarão e uma Moqueca de Camarão para o almoço. Impecáveis! Tão gostoso que no dia seguinte repetimos o restaurante.

Bobó de Camarão

Moqueca de Camarão

Outra dica saborosa é o quiosque do Guido, mas este fica um pouco mais distante, na Praia de Cueira na Ilha de Boipeba. A forma mais divertida de se chegar lá é contratando o Passeio de Volta à Ilha. Todavia, antes de se fazer o passeio, é importante perguntar se haverá a possibilidade de se descer na Praia de Cueira, pois algumas empresas acabam nem oferecendo essa opção ou desencorajando os turistas a optarem por ela.

Até pouco tempo, o local não tinha estrutura alguma. Mesas eram distribuídas sobre a areia e Guido fazia suas lagostas sobre o braseiro. Dessa vez, encontrei uma estrutura de restaurante com cobertura, banheiros e luz. O preço subiu um pouco, mas compensou.

Guidos Resturante

Guido é um simpático pescador que tornou suas lagostas famosas pelo preço razoável e pelo sabor. As lagostas não são grandes, mas vale a pena a visita.

Guido e seu filho preparando as lagostas.

As Lagostas!

Várias opções de receitas de lagostas são oferecidas, mas a minha preferida é a grelhada na casca. Outra delícia feita pela cozinha do Guido é a Moqueca de Polvo com Banana. Surpreendentemente gostosa! Até fiz uma versão em casa. Depois posto aqui no blog!
Moqueca de Polvo com Banana

Voltando para Morro, na Rua Caminho da Praia, o Restaurante Bianco e Nero oferece um cardápio variado, desde pizzas a frutos do mar. Comi um filé de peixe grelhado com alcaparra e champignons que estava muito gostoso.

Já no Bar da Piscina, na Quarta Praia, é possível comer uma das melhores casquinhas de siri da Ilha. Além disso, o Peixe Vermelho inteiro frito é muito bem feito. Um amigo também me falou muito bem da lagosta ao vinho, mas essa ainda não provei.

Em uma bela praia da Ilha, em Garapuá, vila de pescadores, onde se chega de veículo 4x4 ou charrete, também se pode comer Moqueca de Polvo, casquinha de siri e outras delícias do mar. Iracema é uma moça simpática e prendada que cuida da cozinha, administra a barraca e serve os clientes. Em dia de sol, Garapuá é uma das praias mais bonitas da Ilha.

Kiosk da Iracema

A noite de Morro de São Paulo, principalmente em alta temporada, tem charme e algumas opções de agitos noturnos. É comum encontrar várias barracas de caipifrutas espalhadas pela Vila. Todavia, a barraca mais famosa é a do Joe, situada na praça principal. Ele tem várias opções de misturas e as faz como ninguém. Só não toque em suas frutas! O moço fica muito bravo, pois tem a preocupação de lavá-las bem direitinho e de não pegar em dinheiro.

Caipifruta do Joe

Ao fundo da foto do Joe, está o carrinho de pastel do Foomm, um argentino que, junto com sua esposa, há muitos anos fixou residência em Morro e vende seus pastéis na praia de dia e na praça à noite. Em dias cheios, o local junta algumas pessoas fazendo um som ao vivo e animado.

Outro programa imperdível em Morro é o pôr-do-sol. Há vários locais de onde se pode ter uma bela vista desse espetáculo da natureza. A primeira opção é o Forte, recentemente restaurado. A segunda opção é a Toca do Morcego, local agradável com almofadas espalhadas pelo chão, música ao vivo e um bar que serve comidas e bebidas. A última opção, a minha preferida, é a Pousada Passárgada, onde se houve o Bolero de Ravel enquanto o sol vai se escondendo por trás do Continente. O lugar possui ótimas opções de sucos e lanches, com destaque para os pães-de-queijo mineiros e os bolinhos de estudante, feitos com tapioca, coco, açúcar e canela.

Pôr-do-sol visto da Pousada Passárgada
No mais, há várias opções gastronômicas e turísticas a serem aproveitadas nessa bela Ilha.

Bom apetite e Boa viagem!

domingo, 18 de setembro de 2011

Lasanha Vegetariana

Em um desses experimentos, minha mãe e eu criamos essa receita de lasanha vegetariana.

Nunca fui muito fã de proteína de soja, mas confesso que gostei do resultado. Não só eu, mas todos que a provaram.

Experimente também e depois dê sua opinião!



INGREDIENTES:

- 1/2 pacote de proteína de soja texturizada.
- 15 tomates sem pele (clique aqui para ver a forma de preparar)

- 2 cebolas picadas em cubinhos
- 2 talos de alho poró picados em rodelas finas.

- 7 dentes de alho ralados.
- 1 pimenta dedo-de-moça sem semente picada.
- 1 pimenta de cheio picada.


- Molho de tomate feito com aproximadamente 12 tomates maduros (clique aqui para ver a receita)
- Óleo comum ou de girassol
- Massa seca para Lasanha



MODO DE FAZER:

Para preparar a proteína de soja:

Cobrir a proteína de soja com água fervente e deixar de molho por 30 minutos. Em seguida, escorrer a água.


Em uma panela, refogar em duas colheres de óleo, 4 dentes de alho ralados, o alho poró, uma cebola picada e 5 tomates sem pele. Acrescentar a proteína e 1 copo de água e deixar cozinhar por uns 10 minutos.
Temperar com shoyo e pimenta-do-reino.
Reservar.





Para o Molho Branco:

Em uma panela mais grossa, tostar quatro colheres de farinha de trigo branca em 1 colher de azeite ou óleo de girassol.
O fogo deve ser baixo para não queimar a farinha, até formar bolinhas.
Deixar esfriar. Colocar um pouco de água ou leite de soja Pura Soja para diluir a farinha (aproximadamente 1 litro de líquido). Em seguida, passar em uma peneira.
Levar ao fogo, mexendo sempre para nao empelotar.


Quando ferver, se estiver muito grosso, acrescentar um pouco mais de água.
Temperar com sal, pimenta-do-reino e orégano.
Deixar ferver por 15 minutos, mexendo de vez em quando.
Corrigir o sal e reservar.



Para o molho de tomate:

Refogar em 3 colheres de azeite: 1 cebola picada em cubos, 3 dentes de alho ralados e 10 tomates sem pele. Deixar cozinhando por 10 minutos. Temperar com sal e pimenta-do-reino.

Bater no liquidificador. Voltar ao fogo até ferver. Desligar e reservar.


Para montar a Lasanha:

Cobrir o fundo da travessa (que possa ir ao forno) com molho de tomate.

Colocar uma camada da massa de lasanha.


Colocar uma camada do recheio de proteína de soja.


Cobrir com outra camada de lasanha e de molho de tomate.


Acrescentar mais uma camada de recheio, de lasanha e de molho de tomate.
Por fim, cobrir com o molho branco.


 Assar a lasanha no forno a 200 °C por aproximadamente 40 minutos.


Servir com uma salada.

Bom apetite!!!